Um dia a gente descobre que para tudo na vida tem-se um fim. Para chegar ao fim é indispensável ter um começo. É, parece um tanto óbvio, mas não é!
Há quem diga que nem tudo que acaba, teve um verdadeiro início, meio e "fim”. Pode acontecer que apenas postergou o começo de algo, que um dia poderá ter fim, mas acabou. Dá para entender? Uma vida pode ser ceifada e deixar muitas coisas pela metade.
Vamos lá. Por vezes, algo acaba sem sequer termos ousado dar um verdadeiro início. Portanto, pode ser que um dia, lá na frente, isso que temos conhecimento, que não existiu verdadeiramente, pode simplesmente se iniciar novamente no futuro.
Poxa, que papo chato, né? Bom, o que quero explicar, debater ou meramente perder meu tempo falando, é mesmo sobre o tal fim. O real findar das coisas, que são importantes, ou não, em nossas vidas. Sucede que, começamos, desenvolvemos e sem qualquer motivo justo, muitas das vezes deixamos acabar, mas sem dizer “eu esgotei tudo e cheguei ao fim!”.
É como se você assistisse um lindo filme de romance por horas e quando ele chega no “the end”, nada daquilo que você assistiu durante esse período fez menor sentido. Acabou sim, mas não teve um digno fim. Pois bem, para alguns, pode ser perda de tempo ter assistido algo que não teve um bom fim, enquanto para outros, não vai importar o que de fato aconteceu no fim. Porém, ocorre, que diariamente muitas coisas acabam ao nosso redor, sem ao menos a gente nos dar a chance de começar, tentar ou verdadeiramente findar.
Creio que o mundo seria melhor se as pessoas
conseguissem diferir o "acabou" do "fim". Muito embora no
dicionário as duas palavras estejam como sinônimos, para mim, elas tem um sentido
diferente. Existem determinadas histórias, que acabam inesperadamente. E infelizmente os autores ficam presos no tempo, esperando
pelo fim daquilo. Mas nunca chega... E nem vai chegar!
Deste modo, agora farei com que toda minha exposição inicial, tenha algum sentido, ou não... Pois bem, creio que, às vezes por si só, precisamos colocar fim naquilo que já tentamos, provamos, e sabemos que não tem porque insistir para escrever o simples "fim". Acima de tudo, é necessário ser verdadeiro(a) conosco e com o mundo; para que assim, passamos a entender o que realmente vale a pena.
Veja, se você ainda está escrevendo uma velha história, da qual não há mais fundamento, por mais que você entenda ser necessário o fim, por mais que queira o honrado fim. às vezes, é melhor procurar pelo ponto final sozinho, fechar o livro, e sobretudo, jogar fora! Porquanto é muito difícil dar início a uma nova história com outras em aberto. Quanto mais “enrolar”, mais personagens podem entrar, e mais difícil fica de se completar o aclamado fim.
Na vida, só conseguimos escrever novas histórias, se finalizarmos as anteriores, caso contrário, ficaremos presos no passado, presente e futuro, sem saber quais realmente nos é importante. Igualmente ocorre com o viajante. Ele precisa saber aonde quer chegar para encontrar o caminho mais favorável.
É necessário esgotar todas as possibilidades, mas a partir do momento que não é mais possível, trata-se de pura insistência. E insistir naquilo que não tem futuro - ou fim -, também passa a ser burrice. É fechando pequenos ciclos, que abrirmos novos circuitos! Pensem nisso.
Deste modo, agora farei com que toda minha exposição inicial, tenha algum sentido, ou não... Pois bem, creio que, às vezes por si só, precisamos colocar fim naquilo que já tentamos, provamos, e sabemos que não tem porque insistir para escrever o simples "fim". Acima de tudo, é necessário ser verdadeiro(a) conosco e com o mundo; para que assim, passamos a entender o que realmente vale a pena.
Veja, se você ainda está escrevendo uma velha história, da qual não há mais fundamento, por mais que você entenda ser necessário o fim, por mais que queira o honrado fim. às vezes, é melhor procurar pelo ponto final sozinho, fechar o livro, e sobretudo, jogar fora! Porquanto é muito difícil dar início a uma nova história com outras em aberto. Quanto mais “enrolar”, mais personagens podem entrar, e mais difícil fica de se completar o aclamado fim.
Na vida, só conseguimos escrever novas histórias, se finalizarmos as anteriores, caso contrário, ficaremos presos no passado, presente e futuro, sem saber quais realmente nos é importante. Igualmente ocorre com o viajante. Ele precisa saber aonde quer chegar para encontrar o caminho mais favorável.
É necessário esgotar todas as possibilidades, mas a partir do momento que não é mais possível, trata-se de pura insistência. E insistir naquilo que não tem futuro - ou fim -, também passa a ser burrice. É fechando pequenos ciclos, que abrirmos novos circuitos! Pensem nisso.
Louise Araujo
"Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te "Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão" Fernando Pessoa

o fim das coisas está na capacidade que temos de aceitá-las. Capacidades que muitos não têm e passam a vida presos na invisível grade do passado
ResponderExcluiro fim das coisas está na capacidade que temos de aceitá-las. Capacidades que muitos não têm e passam a vida presos na invisível grade do passado
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